Arte Eqüina

“Cavalos têm aparecido em obras de arte ao longo da história, muitas vezes como representações do cavalo na batalha. O cavalo aparece com menos frequência na arte moderna, em parte, porque o cavalo já não é significativo tanto como um modo de transporte ou como um instrumento de guerra. A maioria das representações modernas são de cavalos contemporâneos famosos, obras de arte associadas a corridas de cavalos, ou obra de arte associada com o cowboy histórico ou tradição americana nativa do oeste americano. Nas representações Reino Unido de caça à raposa e cenas rurais nostálgicos que envolvem cavalos continuam a ser feitos.
Cavalos muitas vezes aparecem em trabalhos de arte única, como uma montagem para uma pessoa importante, ou em equipes, engatado a uma variedade de veículos puxados por cavalos.” (Wikipédia)
Como mencionado no verbete acima, nos tempos atuais o cavalo aparece na arte associada ao Oeste Americano, tradicional ou atual, bem como em competições esportivas. Nestas, há competições bastante diferentes entre si, do clássico hipismo e corridas de cavalo a competições de hipismo rural e rodeios.

Na categoria de animais no esporte, e em respeito às práticas eqüestres, temos a competição de Rédeas, bastante difundida no interior do Brasil.

“A Rédeas é a modalidade de Hipismo Western na qual o cavalo recebe adestramento básico. Entre todas as modalidades do cavalo, é a mais técnica. Controlar um cavalo não é apenas guiá-lo, mas dominar seus movimentos. O cavalo melhor controlado deverá ser voluntariamente guiado com pouca ou nenhuma resistência.
É uma modalidade que pode ser feita por qualquer raça. No Brasil, as mais comuns em provas são Quarto de Milha, Crioulo, Appaloosa e PaintHorse. Porém, um indivíduo com habilidade pode surgir no em qualquer raça.Já tivemos bons exemplos no Mangalarga, Andaluz, Pantaneiro e outras.” (Associação Nacional do Cavalo de Rédeas – ANCR)

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